deriva do bem

A Deriva do Bem é um convite para caminhar pela cidade, observá-la com atenção e perceber aquilo que muitas vezes passa despercebido no cotidiano.

Caminhar é o gesto central da Deriva do Bem. Ao percorrer ruas, praças, becos e bairros com tempo e atenção, os participantes são convidados a observar aquilo que muitas vezes passa despercebido no cotidiano. Arquiteturas, paisagens, pessoas, histórias e memórias aparecem de outro modo quando a cidade deixa de ser apenas lugar de passagem e passa a ser vivida como espaço de encontro, descoberta e pertencimento.

No dia a dia, quase sempre caminhamos para chegar a algum lugar. Na Deriva, o próprio caminho ganha importância. Derivar é permitir-se sair dos percursos habituais, caminhar sem a pressa que marca os deslocamentos cotidianos e deixar que a cidade revele situações, lugares e encontros inesperados. Mais do que alcançar um destino, interessa perceber o percurso e construir, a partir dele, novas relações com a cidade.

O “do Bem” está presente desde as primeiras experiências do projeto e traduz sua dimensão solidária. As atividades são gratuitas e, ao longo dos anos, têm mobilizado doações voluntárias destinadas a instituições e ações sociais. Mas essa ideia de fazer o bem também se estende à própria cidade: conhecê-la, ocupar seus espaços, valorizar seu patrimônio, reconhecer suas diferenças e compreender que cada pessoa participa, à sua maneira, da construção cotidiana do lugar onde vive.

Para compreender como a Deriva do Bem nasceu, é preciso voltar no tempo.

2008 e 2009

A experiência que daria origem à Deriva começou em uma disciplina de Arquitetura e Urbanismo da UEG, com caminhadas pelo Centro de Goiânia para observar e registrar a cidade, sua arquitetura e seus habitantes.

2008 e 2009
2010

1ª edição
Um pequeno grupo deu continuidade às caminhadas de forma independente, reunindo cidade, fotografia e ação solidária. Ainda sem nome ou identidade visual, essa experiência marcou o início da trajetória da Deriva do Bem.

2010
2011

2ª edição
No Setor Central de Goiânia, a experiência ganhou maior organização e passou a reunir um público mais amplo em torno da caminhada, da fotografia e da ação solidária.

2011
2012

3ª edição
Com o tema “O Centro que eu nunca vi”, a Deriva ampliou sua participação e consolidou a proposta de observar e reconhecer a cidade a partir da experiência do caminhar.

2012
2013

4ª edição - 16 e 17 de agosto
Com o tema “A arquitetura, a fotografia e a poesia: olhares sobre a cidade”, a edição incorporou o Bate-Papo, ampliando a reflexão sobre cidade, patrimônio e memória antes da caminhada.

2013
2014

5ª edição
A diversidade de maneiras de experimentar a cidade levou o projeto a ampliar sua identidade. A Deriva Fotográfica do Bem passou a se chamar simplesmente Deriva do Bem.

2014
2015

6ª edição | Setor Sul
Com “Poros dos Jardins Invisíveis”, a Deriva percorreu o Setor Sul e seu singular desenho urbano, aproximando paisagem, memória, arquitetura e vida cotidiana.


7ª edição | Cidade de Goiás

Pela primeira vez, a Deriva aconteceu fora de Goiânia, aproximando os participantes do patrimônio, das paisagens, das histórias e das tradições da Cidade de Goiás.

2015
2016

8ª edição | Caminho do Sol
O percurso conectou diferentes setores de Goiânia, propondo outras formas de observar as relações entre cidade, arquitetura e cotidiano.

9ª edição | Cidade de Goiás
O retorno à antiga capital aprofundou o encontro com seu patrimônio material e imaterial, suas memórias e as experiências de seus moradores.

2016
2017

10ª edição | Campinas
A Deriva percorreu um dos bairros mais tradicionais de Goiânia, reconhecendo sua história, sua paisagem urbana e seu patrimônio cultural.

2017
2018

11ª edição | Jardim Botânico
A caminhada explorou o Jardim Botânico e seu entorno, ampliando as reflexões sobre cidade, paisagem, natureza e espaço urbano.

12ª edição | Setor Central
O retorno ao Centro de Goiânia retomou o território onde a trajetória da Deriva começou, produzindo novos encontros e leituras da cidade.


13ª edição | Cidade de Goiás

A terceira experiência na antiga capital reafirmou o diálogo da Deriva com o patrimônio, as tradições e as diferentes formas de viver a cidade. As três edições de 2018 foram realizadas no Jardim Botânico, Setor Central e Cidade de Goiás.

2018
2019

14ª edição | Vila Itatiaia - 18 e 19 de outubro
A Deriva chegou ao Bairro Itatiaia, explorando seus bosques, parques, caminhos e as relações entre comunidade, paisagem e vida cotidiana.

2019
2020 e 2021

Com a pandemia da COVID-19, os encontros presenciais foram interrompidos. O período foi dedicado à memória das edições realizadas e à organização e divulgação do acervo do projeto.

2020 e 2021
2022

15ª edição | Cidade sem portas - 19 e 20 de agosto
O retorno às atividades presenciais marcou o reencontro com o Centro de Goiânia e retomou a caminhada como espaço de convivência, escuta e reflexão sobre a cidade.

2022
2023
 16ª edição | Invisíveis

A edição voltou o olhar para pessoas, lugares e histórias muitas vezes pouco percebidos no cotidiano, discutindo visibilidade, pertencimento e vida urbana.

ExpoDeriva | Vila Cultural Cora Coralina - 1º a 26 de agosto
A primeira exposição física da Deriva ocupou a Vila Cultural Cora Coralina, reunindo 380 fotografias produzidas pelos participantes ao longo da trajetória do projeto.

2023
2024

17ª edição | Narrativas do Centro - 7 e 8 de junho
Realizada em junho, a Deriva voltou ao Setor Central de Goiânia, reunindo diferentes formas de narrar, fotografar e vivenciar o centro da cidade.

ExpoDeriva | MAC - 4 de março a 28 de abril de 2024
A exposição integrou Percursos Plurais, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, ampliando a circulação do acervo e sua presença no campo artístico e cultural.

2024
2025

18ª edição | Cidade de Goiás - 21 e 22 de março
Realizada em março, integrou as comemorações dos 10 anos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFG na Cidade de Goiás e reafirmou o diálogo entre universidade, comunidade e patrimônio.

19ª edição | Há vida no centro - 16 e 17 de maio
A edição voltou ao Centro de Goiânia e destacou as experiências e o protagonismo das mulheres na construção, preservação e reinvenção da vida urbana.

Deriva nas Escolas
A nova frente levou a experiência da Deriva para instituições de ensino, aproximando estudantes da educação patrimonial, da cidade e de suas memórias.

2025
2026

ExpoDeriva | Anápolis - 26 de março a 4 de setembro
Integrada à mostra Cidade (In)Visível, a ExpoDeriva ocupou a Galeria Antônio Sibasolly, ampliando o diálogo entre fotografia, patrimônio, memória e cidade.

Deriva nas Escolas
Realizada no COLU, em abril de 2026, a ação aproximou estudantes da educação patrimonial, da memória urbana e do direito à cidade.

20ª edição | Viva Setor Sul - 8 e 9 de maio
A edição celebrou os 15 anos da Deriva do Bem e reuniu participantes em caminhada, Bate-Papo e ações no Setor Sul.

21ª edição | Festival Educação para o Presente - 18 e 20 de setembro
Integrada ao Festival Educação para o Presente, a Deriva voltou o olhar para as águas da cidade, explorando suas relações com a paisagem, a memória e o cotidiano urbano por meio de um cine-debate e de uma caminhada pelos Setores Sul e Oeste.

15|93 . Expoderiva
Realizada no Tô Bar • 15|93,  levou novamente o acervo da Deriva do Bem ao espaço público, reunindo fotografias de diferentes caminhadas e aproximando novos públicos das memórias, paisagens e experiências registradas pelo projeto.            

22ª edição | Anápolis - 23 e 24 de outubro
A primeira Deriva do Bem em Anápolis percorrerá o centro da cidade, aproximando memória, patrimônio, história e as experiências cotidianas de seus habitantes.

2026